Encante o cliente

Parece óbvio e apesar de todo mundo saber que o cliente está em primeiro lugar, algumas empresas não se dedicam a excelência do atendimento. A seguir, algumas dicas simples que podem ser úteis para otimizar o serviço ao cliente e além disso, ser ótimo no que faz.

 

Encante o cliente
Dicas essenciais para fidelizar o cliente
Preço, qualidade e um bom ponto comercial passaram a ser requisitos mínimos no varejo. Veja a seguir algumas dicas para a conquista do cliente:

1 – Cumprimente o cliente com um aperto de mão, na entrada e na saída;
2 – Pergunte o nome dele e se apresente;
3 – Deixe bem claro, na imposição de voz e na postura, que ele está diante de um profissional prazeroso com o trabalho;
4 – Ofereça água ou café;
5 – Se possível, tenha à mão amostras e pequenos brindes e ofereça descontos inesperados;
6 – Pergunte ao cliente se ele conhece o produto ou o atendimento da casa. Dê informações a respeito;
7 – Saiba exatamente o que o cliente procura e apresente a ele propostas condizentes com a expectativa;
8 – Dê sugestões, quando necessário, mas sempre levando em consideração o estilo da pessoa.

Como organizar as prateleiras 

1 – Mantenha as prateleiras cheias e com os principais produtos bem visíveis;
2 – Deixe tudo muito limpo e impecável;
3 – Em lojas de vestuário, atente para a combinação de cores;
4 – Coloque os varões ou araras em altura confortável para a clientela;
5 – Use adequadamente a iluminação, no fundo ou em cima;
6 – Opte por equipamentos e móveis ajustáveis;
7 – Quando a loja utilizar o sistema self-service, deixe os preços bem visíveis.

Ambientação

1 – Uma ambientação com jeito de residência faz o cliente se sentir em casa;
2 – Utilizem, no interior, elementos versáteis e móveis;
3 – Sempre que possível descarte os balcões, pois eles criam uma barreira entre o cliente e o vendedor;
4 – Crie pontos focais na área de exposição, para destacar a importância de um produto ou de um mix.

O que evitar 

1 – A rotineira pergunta: “posso ajudar?”, que em geral tem como resposta: “não, estou só olhando”. O cliente prefere se sentir livre para escolher o vendedor. Mas permaneça atento e solícito;
2 – Rodinhas de vendedores no fundo da loja. O potencial comprador se sentirá um intruso que chega para incomodar;
3 – Oferecer produtos adicionais sem retirá-los das prateleiras. Eles devem ser manuseados à vontade pelo cliente;
4 – A frase: “se não gostar, pode trocar” na conclusão da venda. A disposição, nesse sentido, deve ser expressa de maneira positiva;
5 – Mentir, na falta de algum produto ou serviço. Se você não tiver em estoque de determinado tamanho de roupa, deixe isso bem claro, sem oferecer algo maior ou menor.

Fonte: http://www.sebrae.com.br/momento/quero-melhorar-minha-empresa/utilize-as-ferramentas/atendimento-ao-cliente/bia-438-dicas-para-encantar-o-cliente/BIA_438

Saúde em dia! Ações que ajudam a manter em níveis saudáveis os custos com esse benefício

Trata-se do segundo maior orçamento do RH em uma empresa e uma das principais, senão a principal, causas de dor de cabeça de muitos gestores da área. Quando se fala em saúde no mundo corporativo, há sempre uma busca ávida por ações que ajudem a manter os custos com os benefícios ligados a ela em patamares aceitáveis. Para auxiliar o gestor de recursos humanos nessa tarefa, MELHOR ouviu especialistas das principais consultorias e corretoras ligadas a esse segmento – e dessas conversas apresentamos alguns conselhos para não deixar que a saúde vire um problema em sua empresa.

Saber usar o plano
O uso racional do plano de saúde é uma das principais orientações. O comportamento incorreto do funcionário na hora de acessar a rede credenciada pode gerar mais custos para a empresa. Alguns especialistas sugerem, nesse caso, campanhas explicativas sobre o assunto, bem como orientações que traduzam o impacto da má utilização da assistência médica. Um caminho é explicar o impacto da sinistralidade: vale perguntar ao funcionário o que aconteceria na renovação do seguro do carro dele se ele tivesse batido o veículo. Provavelmente, ele perderia o bônus e pagaria mais. É mais ou menos isso o que acontece no plano de saúde. Nessa comunicação, vale destacar, ainda, que os custos médicos são reajustados por uma inflação própria, elevada, e que representam, hoje, o segundo maior orçamento da empresa com pessoas (perdendo apenas para a folha de pagamento).

Mapear pessoas e problemas
Saiba quem é quem. Busque conhecer as patologias de maior impacto, traçando um perfil epidemiológico da população de sua companhia, de forma a identificar possíveis problemas decorrentes de absenteísmo e da improdutividade. As informações provenientes desse mapeamento ajudam a investir melhor na comunicação e na depuração das necessidades básicas dessas pessoas. Alguns especialistas sugerem dividir os trabalhadores em grupos verde, amarelo e vermelho. 

O primeiro é composto por pessoas saudáveis e que se preocupam com a saúde. Geralmente, usam o plano de saúde de forma preventiva. No grupo amarelo estão os profissionais que apresentam algum sinal de patologia crônica em função da má qualidade de vida, sedentarismo, obesidade ou doenças hereditárias. Esse grupo, em geral, utiliza o plano com uma frequência acima da média. Finalmente, no grupo vermelho estão as pessoas que já apresentam um quadro efetivo de alguma doença, necessitando de tratamentos intensivos e de alto custo, trazendo despesas extras para a empresa e que irão impactar fortemente o nível de sinistralidade do benefício saúde, causando reajustes de preço bem acima da média.

Integrar melhor os dados
Contar com a ajuda de empresas especializadas em programas de monitoramento e gestão de saúde pode ser uma boa alternativa para quem deseja manter os custos com saúde em dia. Essas companhias contam com know-how e tecnologia para esse serviço. E por falar em tecnologia, ela pode ajudar bastante nas seguintes frentes: integrar os dados das utilizações dos planos pelos colaboradores e seus familiares; criar conectividade entre os beneficiários, prestadores de serviços e a operadora do plano de saúde; fornecer, on-line, indicadores gerenciais para acompanhamento e gestão do benefício em tempo real.

Por meio dessa integração das informações torna-se possível implantar os programas mais adequados às necessidades de cada um dos grupos de colaboradores descritos acima, tais como: atenção à obesidade, ao diabetes e a outras doenças crônicas; antitabagismo; programa nutricional; redução do sedentarismo; entre outros. Isso contribui para transformar o investimento em saúde na redução da sinistralidade, no aumento da satisfação dos colaboradores e da produtividade.

O papel de cada um
Depois de monitorar a saúde da população assistida, é importante implantar programas que consigam mudar o comportamento das pessoas e suas atitudes frente aos riscos já identificados. Para alguns especialistas, esse processo deve contemplar, de preferência, a mensuração dos resultados dessas iniciativas em relação à melhoria da saúde da população, assim como do retorno financeiro para as empresas.  Além disso, estimule ações preventivas que ajudem as pessoas a assumir o controle de sua própria saúde e as encoraje a melhorar a sua qualidade de vida e invista no alinhamento das melhores condutas e práticas de preservação e promoção de saúde do colaborador, na organização e fora dela – proporcionar facilidade de acesso aos medicamentos por meio de um programa para isso e atrelar melhoras de condições de saúde a parte de bônus são alguns exemplos.

 


 

Ponto estratégico

Não bastam apenas ações que promovam a saúde e que reduzam o absenteísmo e o presenteísmo para aumentar a produtividade. Segundo os especialistas entrevistados, outras medidas são fundamentais para colocar o tema saúde como parte da estratégia organizacional:

> Substituir os conceitos de assistencialismo e clientelismo pelo ajuste de ações e condutas responsáveis que reduzam os níveis de passivo associado à aplicação do benefício e identifiquem a organização como organismo envolvido com a saúde da comunidade.

> Demonstrar o impacto dos custos do absenteísmo, do presenteísmo e, principalmente, da sinistralidade no resultado final da empresa. Mostrar, de forma numérica e objetiva, esse impacto é um passo importante para tangibilizar a importância desse benefício.

> Criar indicadores próprios que ajudem a materializar a saúde nas empresas. Esses índices devem ser precisos, por exemplo: qual é o IMC da organização? E o nível de sedentarismo?

> É possível criar um “bônus saúde”, que envolve programas de qualidade de vida atrelados à utilização do plano de saúde. Se a empresa atingir seu objetivo (metas) e o funcionário também, ele teria seu bônus.

 


 

Fontes consultadas: Fábio de Souza Abreu, presidente executivo da Axismed; Marília Ehl Barbosa, diretora superintendente da Asap; Nagib Raduan, fundador do Grupo Raduan; Paulo René Soares, presidente executivo da Abet; Raul Nechar, vice-presidente da Aon; e Ricardo Salvador Lopes, diretor da unidade de consultoria e gestão de benefícios da Propay

5 dicas para aumentar as vendas no final de ano

Especialistas recomendam focar no atendimento e na gestão do estoque para ter um bom resultado neste Natal.

 

São Paulo – Com as festas de final de ano, a expectativa é alta quando o assunto é vendas. Nessa época, os consumidores estão mais dispostos a comprar e os empresários precisam redobrar a atenção se quiserem faturar ainda mais. “Não se preocupe em vender e sim em ajudar os clientes na compra”, afirma Carlos Cruz, diretor do IBVendas.

Entretanto, é preciso se precaver para que o ano não comece no vermelho e com produtos “encalhados”. “Quando há uma supervalorização deste período de ano, o empresário acaba comprando muito”, afirma Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).

No caso de vendas online, os cuidados vão além do estoque. Bruno Ballardie, CEO do eÓtica, conta que a empresa está preparando campanhas de marketing para que as compras sejam antecipadas, evitando transtornos quando os fornecedores entrarem em recesso. Ele explica que houve um reforço no sistema de TI e trabalhará com uma transportadora, além dos Correios, para o envio dos produtos. “A expectativa é que ocorra um aumento de 30% a 40% de acesso ao site e nas vendas”, explica. Veja abaixo as recomendações dos especialistas.

1. Avalie antes de fazer apostas

Antes de se antecipar e fazer pedidos para os fornecedores, faça uma pesquisa. Seja por meio da concorrência ou do seu público-alvo, é importante descobrir que produto ou serviço tem potencial de melhor desempenho nas vendas do final de ano. “Tem que ser baseado em fatos reais e não no achismo ou no sentimento”, explica Maia.

“Infelizmente, a atividade empresarial não é só vender, as pequenas empresas dão atenção excessiva para as vendas”, afirma Fernando Blanco, presidente do Instituto para o Desenvolvimento da Cultura do Crédito (IDCC). Ele conta que a área financeira é o espelho da atividade comercial e, por isso, para evitar endividamentos desnecessários, oempreendedor tem que controlar bem os custos.

2. Gerencie o estoque

Os indicadores do estoque da sua empresa dizem muito da gestão que você está dando para o negócio. “O gestor precisa envolver a equipe de suporte e do estoque para não perder oportunidades de vendas”, explica Cruz. O trabalho fica mais fácil com o auxílio de softwares de gestão, que dão uma visão panorâmica das vendas. Para Maia, o acompanhamento é essencial para tomadas de decisões. “Qual produto tem mais saída, que promoção deve fazer para um produto girar. A gestão diária é indispensável nessa época, senão pode acabar com um produto empacado, sem aproveitar as oportunidades”, diz.

3. Invista tempo no atendimento

Treine sua equipe de vendedores para que eles estejam munidos de todas as informações sobre os produtos da empresa. Independente da correria diária, o empreendedor deve dedicar alguns minutos para acompanhar os funcionários contratados recentemente. “Tem que fazer um plano de ação diário, identificar quando um vendedor vende pouco”, explica Cruz.

Nessa época do ano, não é incomum que o cliente tenha que correr atrás de um vendedor para ser atendido. Segundo Maia, ao contratar funcionários inexperientes e sem preparo específico, o atendimento ruim impede que as vendas sejam ainda melhores. E, com o treinamento apropriado, a fidelização do cliente acontecerá de forma natural.

4. Agilize as operações

Durante as compras no final do ano, ter que lidar com clientes difíceis ou impacientes pode fazer parte da rotina. Por isso, é recomendável se atentar quando há um problema nas máquinas de cartão de crédito ou até mesmo na operação do caixa. “Agilidade e paciência são cruciais”, afirma Cruz.

“A pior coisa é não responder para o cliente”, diz Ballardie. Por isso, o empresário tem que ficar atento às reclamações e tendo qualquer problema com a entrega do produto ou serviço, o cliente tem que ser comunicado.

5. Seja criativo nas promoções

A promoção ou a venda de combo de produtos similares são ações que contribuem para o aumento do ticket médio do consumidor. “Tem que ser uma promoção agressiva; é o momento oportuno para inovações”, afirma Maia.

Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/5-dicas-para-aumentar-as-vendas-no-final-de-ano?page=2

 

As Melhores Empresas para Você Trabalhar

Elektro é eleita a melhor empresa para trabalhar em 2012

Por Bárbara Ladeia (redacao.vocesa@abril.com.br)  06/09/2012

Crédito: Flávio Santana
 - Crédito: Flávio Santana
 
 

O lançamento da 16ª edição do Guia VOCÊ S/A – As Melhores Empresas para Você Trabalhar marcou a noite da última quarta-feira (05). Presidentes, diretores, vice-presidentes e profissionais de recursos humanos das empresas classificadas marcaram presença.

Das mais de 500 empresas inscritas, 150 foram selecionadas para compor o guia lançado no evento. A festa foi maior ainda para a Elektro, eleita a melhor empresa para você trabalhar em 2012. Outras empresas também foram premiadas em diversas categorias. Confira! 

Atacado: Ale Combustíveis 
Autoindústria: Perkins 
Bancos e serviços financeiros: Consórcio Nacional Embracon 
Bens de consumo: Moinho Globo Alimentos 
Construção: Pormade Portas 
Eletroeletrônico: Landis+GYR 
Energia: Elektro 
Farmacêutico: Eurofarma 
Indústria diversa: Embraco 
Mineração: Sama 
Papel e celulose: Embalagens Jaguaré 
Químico e petroquímico: Dupont 
Serviços: Inec 
Serviços de saúde: Laboratório Sabin 
Siderurgia e Metalurgia: Gerdau 
Tecnologia e computação: Google 
Telecomunicações: Cisco 
Transporte e logística: MRS Logística 
Varejo: Losango 
Cooperativa: Unimed Sul Capixaba 

Melhores práticas em carreira: Dupont 
Melhores práticas em cidadania: Dow 
Melhores práticas em desenvolvimento: Volvo 
Melhores práticas em estratégia e gestão: Ampla 
Melhores práticas em liderança: Embraco 
Melhores práticas em remuneração e benefícios: Eurofarma 
Melhores práticas em saúde: Philips 

Destaque em RH: Telefônica Vivo 

Revelação do Ano: Votorantim Metais